• Novembro de 2017
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Pesquisas apontam: famílias brasileiras irão gastar pouco no Natal

Para o Natal 2014, os brasileiros irão fazer compras modestas para presentear os familiares. As ditas “lembranças” serão o grande filão e os comerciantes não devem esperar vendas altas neste ano. Apesar de uma alta nas vendas no varejo em agosto, conforme divulgado pelo IBGE, depois de quedas nos meses de junho e julho, o Instituto não acredita que as vendas irão melhorar nos próximos meses. Já no setor específico do varejo de alimentos, como todos os anos, haverá um incremento de vendas de produtos típicos de festas.

Ainda assim, de acordo com o Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo), carnes especiais como peru, tender e lombo, panetones, bolos de Natal e bebidas terão vendas também modestas em relação aos anos anteriores. Produtos importados, como nozes e frutas, perderam atrativo por causa da alta do dólar.

"No geral, há uma tendência sendo percebida este ano de comemorações mais simples, com churrasco, frango e linguiças entre os itens mais procurados. Espumantes mais baratos (e há atualmente muitas opções disponíveis) sairão mais do que vinhos importados ou mesmo champanhe. A cerveja e os refrigerantes predominarão nas mesas”, afirma o presidente do Sincovaga, Álvaro Furtado.
Para Bruno Dixini Carvalho, presidente da Rede Giroforte, com sede em Três Pontas, sul de Minas Gerais, para que as vendas no fim de ano sejam satisfatórias é fundamental criar estratégias de marketing. “Nós já iremos colocar em todas as nossas 14 lojas uma promoção de Natal para atrair e fidelizar o consumidor. A cada R$ 50 em compra, o cliente recebe uma raspadinha e ainda participa de um grande sorteio final. Serão no total mais de 4 mil e 400 prêmios sorteados, quase 300 por loja associada”, comenta Carvalho.

“Para realmente atrair a atenção do consumidor e haver uma participação efetiva, os prêmios precisam ser atraentes. Entre os prêmios finais, por exemplo, que serão sorteados entre todos os cupons, haverá máquina de lavar roupas, multiprocessador, tablet e outros produtos eletroeletrônicos”, enumera Carvalho.
Em tempos de economia fraca é preciso que os comerciantes e empresários criem ações pontuais para, ao menos, não deixar que as vendas diminuam. O consumidor está meio perdido, pois ele já estava acostumado a colocar em seu carrinho de compras itens importados e carnes mais caras. A desaceleração econômica deste ano mudou essa realidade. Agora, é aguardar para ver o que a presidente reeleita, Dilma Roussef, irá fazer para colocar a economia novamente nos trilhos.

Fonte: Divulgação

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