• Novembro de 2017
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Consumidores de Recife devem movimentar R$ 136,4 bi este ano

O consumo no País deve chegar aos patamares de 2011, quando a economia se preparava para viver sua melhor fase. Dados de potencial de consumo dos municípios do interior dos estados, em comparação com o consumo nas capitais, feito pela IPC Marketing Editora, revelam que o consumo nacional tem fôlego para atingir R$ 4,2 trilhões este ano. E o Recife deve movimentar R$ 136,4 bilhões em 2017, com participação de 3,24% no País.

No País, serão gastos R$ 300 bilhões a mais que em 2016, indicando crescimento real estimado em 0,42%. O desembolso desses recursos nos 22 itens da economia permanece maior no interior dos estados sobre as capitais, que melhoraram minimamente o seu perfil de consumo. Enquanto os 50 maiores municípios concentram mais de 40% de tudo que é consumido no País, a mobilidade nos extratos sociais está praticamente estagnada, com reflexos de queda no topo da pirâmide social (A e B) e estreitamento mais acentuado nas classes menos favorecidas.

O fenômeno da interiorização no consumo que percorre o Brasil alcança 70,15% de tudo que será consumido pelos brasileiros em 2017, pouco acima de R$ 2,9 trilhões, já considerando o atual cenário de retração econômica. O estudo mostra que esse fenômeno não é novo e que vem se evidenciando desde 2015, quando a movimentação fora das capitais bateu os 70%.

Atualmente, resta às capitais pouco menos de 30% (próximo de R$ 1,3 trilhão), uma participação que por longos anos espelhava mais da metade do consumo nacional. De acordo com o responsável pelo estudo, Marcos Pazzini, “este cenário pode contribuir para se traçar um novo horizonte de oportunidades competitivas”.

Cenário regional

Os reflexos participativos regionais mostram pequenos ajustes, mantendo praticamente os números de 2016. A liderança no consumo é marcada pelo Sudeste, com participação de 48,78% (contra 49,04% do ano passado). O mesmo ocorre com o Nordeste: 18,84% (contra 19,03%). O Centro-Oeste passou para 8,51% (era 8,4%) e o Sul alcançou 17,94% (era 17,58%), e o Norte do País registra 5,93% ante os quase 6% alcançados em 2016.

Fonte: Folha PE

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