• Setembro de 2018
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Presidente da Lojas Renner diz que não vê aumento de promoções no 2º tri

Lojas Renner, que teve sua margem de lucro reduzida no primeiro trimestre pela realização de ofertas, disse que não espera uma nova onda de promoções neste segundo trimestre. As afirmações foram feitas pelos executivos da empresa durante teleconferência sobre o resultado do primeiro trimestre.

O diretor presidente da Lojas Renner, José Galló, disse ter notado um processo de normalização no ambiente promocional. "Não vemos o ambiente fortemente promocional que vimos em janeiro e fevereiro."

No primeiro trimestre, remarcações de preços estiveram entre os fatores que pressionaram as margens da companhia, com a margem bruta da operação de varejo recuando a 54,4% ante 55,6% um ano antes. A empresa teve de fazer promoções para conseguir manter o ritmo de crescimento das vendas e evitar que o estoque encalhasse.

"Fizemos remarcações que eram necessárias...a modo de garantir nossa competitividade", destacou o diretor financeiro e de relações com investidores da Lojas Renner, Laurence Gomes. "Não vemos, para a frente, uma necessidade de remarcação adicional. Os sinais que temos são positivos, mas isso vai depender do ambiente de mercado que ainda tem incertezas pela frente.
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De acordo com Gomes, a pressão nas margens era esperada dado o cenário ainda bastante incerto de vendas e os desafios da economia brasileira. "A gente já previa um ambiente mais competitivo, com dificuldade maior de expandir margem esse ano."
Além do impacto de ajustes para baixo em preços, o diretor financeiro da varejista destacou o efeito do câmbio, que respondeu por 50% da queda na margem bruta. Para o segundo trimestre, contudo, a previsão é de que esse impacto deve ser menor do que foi no primeiro trimestre.

Mais vendas online

As vendas do comércio eletrônico da empresa têm ganhado participação no total, com expansão acima das vendas online de vestuário no país, segundo o diretor financeiro da companhia. A meta da empresa é que seu e-commerce represente 5% do faturamento do grupo até 2021.

"Nos parece que (esse número) pode ser atingido antes", afirmou o executivo, destacando que a operação de comércio eletrônico da companhia é rentável.
A varejista também segue com os planos de abrir suas primeiras lojas no Uruguai no segundo semestre e, segundo Galló, não há nenhum estudo no momento considerando outro país.

Fonte: G1

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