• Outubro de 2017
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Queda do dólar e liberação do FGTS impulsionarão vendas de ovos de Páscoa

Para se desvincular do cenário crítico que o comércio enfrentou na Páscoa do ano passado, fabricantes pretendem apostar em diversas estratégias para aumentar as vendas. As lojas planejam aceitar cartão ou cheque para estimular o consumo. O Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista) estima que as vendas de ovos de Páscoa no Distrito Federal cresçam 4% este ano, contra 3% em 2016.

Segundo estimativa do sindicato, devem ser vendidos mais de 1,4 milhão de ovos de páscoa de diferentes tamanhos e preços, contra 1,3 milhão da Páscoa passada. De acordo com o diretor administrativo do Sinvarejista, Sebastião Abrita, os comerciantes estão mais otimistas devido à estabilização da economia e à baixa dos juros.

“A valorização do real em relação ao dólar favoreceu o chocolate, por isso os preços não serão altos”, prevê o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Aldemir Santana.

O diretor de marketing da Câmara dos Dirigentes Lojistas e também empresário da Cacau Show, Júlio César Alonso, relembra que a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi outro fator favorável para o comércio, não só durante a Páscoa. “No ano passado, estávamos no auge da crise, as pessoas não estavam consumindo. O mercado está aquecido, os clientes estão receptivos aos produtos. É um momento de retomada para nós e para outros setores”, avalia.