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Segunda-feira, 04 de Janeiro de 2010
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Vendas pela internet somam R$ 1,6 bi só no fim do ano
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O comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 1,6 bilhão com as vendas de bens de consumo no período que antecedeu o Natal, entre 15 de novembro e 24 de dezembro. O montante é 28% maior que o R$ 1,2 bilhão registrado na mesma época no ano passado. Os dados são da e-bit, empresa especializada no setor.
– O consumidor está mais preparado e programado para comprar na internet – diz o diretor da e-bit, Pedro Guasti.
Segundo ele, as lojas virtuais tiveram que se programar para atender a todas as demandas, pois sem uma estrutura e logística, ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino.
Os produtos mais vendidos pela web foram os livros. Em segundo lugar ficaram os eletrodomésticos, impulsionados pela redução do IPI, seguidos de itens de saúde, beleza e medicamentos. Informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocações, respectivamente.
O pico das vendas ocorreu no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal.
Enquanto o e-commerce teve uma evolução de 28% em suas vendas natalinas, o varejo físico obteve apenas 6,8% de acréscimo, segundo o indicador Serasa Experian.
No Natal americano, as vendas online subiram 15,5% de acordo com levantamento feito pela SpendingPulse, uma unidade do MasterCard Advisors.
Comércio lojista do do Rio tem alta de 16,2%
Impulsionadas pelas compras antecipadas do Natal, as vendas do comércio lojista da cidade do Rio de Janeiro aumentaram 16,2% em novembro, em comparação com o mesmo mês de 2008. Foi o melhor desempenho do ano e o sétimo mês de aumento consecutivo. Em relação a outubro de 2008 houve um crescimento de 5,4%.
Os dados são do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro – CDL-Rio, que abrange cerca de 750 estabelecimentos comerciais da Cidade. No acumulado de janeiro a novembro as vendas aumentaram 4,2% em relação ao ano passado.
A venda de bens duráveis aumentou 17% (liderado pelas vendas de móveis, com mais 19,3%; eletrodomésticos, com 17,2%; joias, com 2,1%; e óticas, com 1,4%). Já os bens não duráveis tiveram crescimento nas vendas de 14% (com destaque para confecções e moda infantil, com 16,2%; tecidos, 7,1%; e calçados, com 6,4%). A venda a prazo, com 18,7%, foi a modalidade mais utilizada, seguida dos pagamentos à vista, com 14,2%.
A venda de bens não duráveis apresentou índice positivo de 16,7% nas nas lojas da Zona Norte, seguidos pela Zona Sul, com 13,9%, e pelo Centro, com 7,7%. Nos bens duráveis, a Zona Sul esteve em melhor posição, com 24,5%, seguida pelo Centro, com 24,1%, e pela Zona Norte, com 13,9%.
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Fonte: JB Online
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Tags: Comércio eletrônico, Lojas virtuais, E-commerce, Varejo
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