• Outubro de 2017
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Black Friday: pequenos e-commerces devem faturar 84% a mais, diz pesquisa

De acordo com balanço feito pela Loja Integrada (www.lojaintegrada.com.br) – plataforma gratuita para criação de lojas virtuais, com mais de 400 mil lojas criadas, só em novembro do ano passado, as lojas faturaram cerca de R$ 20 milhões em vendas durante o mês do Black Friday e a expectativa é que o faturamento aumente 84% nesse ano.

Ainda segundo a pesquisa, só em novembro do ano passado, com o alto potencial de vendas da Black Friday, a plataforma registrou a criação de mais de 10 mil novas lojas. Segundo Adriano Caetano, especialista em comércio eletrônico e diretor da Loja Integrada, "durante o mês de novembro, os pequenos e micros empresários têm a oportunidade de colocar as contas em dia e ainda deixar o caixa com um bom respiro para o fim e o começo do ano, que é um período mais custoso para o brasileiro”, explica.  

Produtos mais vendidos no mês da Black Friday 2015

Os dados coletados pela Loja Integrada mostram que os produtos mais vendidos no mês de novembro de 2015 foram, em sua maioria, produtos de beleza. Shampoos, máscaras para hidratação e perfumes estão entre os 10 itens mais procurados pelas pessoas. O primeiro da lista é a escova progressiva. Só na plataforma da Loja Integrada o item gerou uma receita de mais de R$ 100 mil reais.

Lojistas que mais venderam

A loja online que mais faturou no ano passado foi no ramo de beleza e cosméticos e chegou a arrecadar mais de R$ 500.000,00 só no mês de novembro. Seguido por uma tabacaria, com receita de mais de R$ 400.000,00 e depois por uma loja de roupas, que chegou a vender mais de R$ 250.000,00 em produtos no período.

“Antes, a Black Friday era conhecida mais por promoções de eletroeletrônicos, mas hoje todas as lojas virtuais participam e é possível encontrar de tudo. Tem de brinquedos a bebidas artesanais e até mesmo plantas”, conta Caetano. Para os pequenos e-commerces, estar na Black Friday é uma chance de alavancar as vendas e fidelizar clientes: “As grandes redes têm muitos pedidos, o que pode gerar problemas nos prazos de entrega. Sem contar que com os micros e pequenos lojistas o cliente consegue negociar políticas mais flexíveis de troca e devolução”.

Fonte: Divulgação