• Outubro de 2017
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Amazon pode abrir supermercados físicos

São Paulo – Depois de abrir suas primeiras livrarias físicas, a Amazon está planejando abrir lojas físicas de alimentos. A gigante do comércio eletrônico estaria construindo um mercado para vender apenas comidas frescas, de acordo com o Wall Street Journal.

Consumidores farão o pedido de itens como leite, manteiga de amendoim ou cereais a partir de um aplicativo e retirarão sua encomenda pelo drive thru ou ainda fazer as compras por meio de telas espalhadas pelo local.

A nova loja deverá ser aberta em Seatle, nos Estados Unidos. Sede da companhia, é a mesma cidade que sediou sua primeira livraria física, inaugurada em novembro do ano passado. A Amazon afirmou que pretende abrir centenas de pontos físicos.

Em documentos da prefeitura de Seatle, obtidos pelo GeekWire, a iniciativa é chamada de "Project X", mas nem os próprios trabalhadores da obra sabem a que ela se destina. De acordo com relatório obtido pelo site, os pedidos podem ser retirados pelo drive thru ou em uma sala de espera em até cinco minutos.

Apenas assinantes do programa AmazonFresh poderão fazer compras no futuro supermercado.

O serviço de delivery de alimentos existe há 6 anos e faz parte da assinatura premium da Amazon, a Prime, que ainda dá direito a descontos especiais, frete em até poucas horas e acesso a serviços de streaming de músicas e vídeos.

Ele só começou a expandir para outras cidades dos Estados Unidos e Londres depois de muitos testes, já que o delivery de alimentos é muito mais delicado que entregas comuns, já que eles precisam ser mantidos refrigerados.

Recentemente, a AmazonFresh sofreu uma transformação. A assinatura anual caiu de US$ 299 por ano para US$ 14,99 por mês. Ainda que o pagamento anual não seja muito mais barato, o valor mensal pode ser mais acessível para alguns consumidores, considera o GeekWire.

A nova loja irá atrair aqueles que, ao invés de fazer compras pelo site, preferem escolher pessoalmente os itens na volta do trabalho para casa, afirmou o Wall Street Journal.

Fonte: Exame