• Novembro de 2017
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Varejo: 3º trimestre apresenta queda de 6,5% no fluxo de clientes

O mês de setembro registrou nova queda no fluxo de clientes, com redução de 1,2% no fluxo de pessoas em relação ao período (mês) anterior. Já no comparativo com abril de 2015, o número apresenta uma redução de fluxo de 5,5%. O apontamento é do ICV 30 (Índice de Consumidores no Varejo), divulgado pela Virtual Gate, empresa especializada no monitoramento de fluxo de clientes em pontos de venda, em parceria com a ABVS (Associação Brasileira de Varejo em Shopping).

Comparativo trimestral e recuperação da região Sul

Com os resultados negativos acumulados nos três meses que o compõe, o terceiro trimestre fecha com resultado acumulado negativo de -6,5%, contra o mesmo período no ano passado.

No recorte regional, o ponto positivo fica para a região Sul do país, exceção positiva em relação às demais regiões do país, apresentando resultado acumulado (2015 x 2016) com aumento de 3,5% no comparativo (queda de 0,1% no comparativo do acumulado até agosto).

Recorte regional (acumulado 2015 x 2016):

• Centro Oeste: - 6,5% (+ 0,3%)
• Nordeste: -6,0% (- 0,1%)
• Norte: -2,4% (- 0,2%)
• Sudeste: -4,0% (- 0,2%)
• Sul: 3,5% (- 0,1%)

De acordo com Heloísa Cranchi, diretora geral da Virtual Gate, o resultado pode apresentar uma retomada "Embora os números negativos, é possível observar na curva uma leve retomada de mercado, podendo considerar a redução entre agosto e setembro como praticamente uma estabilidade, o que pode significar em resultados melhores nos próximos meses", destaca.

Rufino Martins, diretor da ABVS, também enxerga o resultado com bons olhos: "O Brasil viveu dias de atenção aguardando os resultados políticos. O varejo espera que, uma vez definidos os rumos políticos, o consumidor se sinta mais seguro, voltando as compras e potencializando os resultados do quarto trimestre, que tradicionalmente é o mais importante para o varejo", avalia.

O ICV 30 (Índice de Consumidores do Varejo Mensal) foi desenvolvido para medir o desempenho do fluxo de clientes/consumidores durante o mês que antecede sua divulgação. O cálculo foi realizado a partir da variação percentual do fluxo médio diário de cada mês das lojas comparáveis. Na base analisada constam mais de 1200 pontos de medições (lojas). A análise adota a Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE, na sua versão mais atual.


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Fonte: Exame

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