• Novembro de 2017
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Crescimento da venda de alimentos sinaliza melhora na economia

Entre os números que indicam tendências da economia estão o de vendas de alimentos, especialmente em supermercados. Diz-se que o setor é o último a sentir uma crise e o primeiro a registrar retomada do crescimento. A pesquisa da Associação Catarinense de Supermercados apontou que as vendas do setor em julho tiveram crescimento real (descontada a inflação) de 6,17% frente ao mesmo mês do ano passado e foram positivas em 0,62% na comparação com o mês imediatamente anterior. O setor fechou o período de janeiro a julho com leve recuo (-0,26%) na comparação com os mesmos meses de 2015. E a Ceasa de São José, que atende quase toda a região do litoral do Estado, registrou crescimento de 11,25% em volume de vendas no mês de julho frente ao mês anterior, junho. Os preços médios dos produtos tiveram uma retração equivalente, de 11,61% na mesma comparação.

O avanço da receita dos supermercados é um bom sinal para a economia, porque o setor não se limita a alimentos mas inclui produtos de higiene e limpeza, eletrodomésticos e eletrônicos. Além do crescimento de receita, o setor está conseguindo vender mais em volume porque diversos preços de itens importantes caíram. Nesse grupo estão o leite e a carne de frango.

As agroindústrias estão com alta oferta, mas em função da baixa demanda estão tendo que reduzir preços apesar dos custos de produção seguirem altos, explica o diretor da Aurora Alimentos, Marcos Antonio Zordan. O crescimento da oferta também repercutiu nos preços dos principais itens da Ceasa, como os da batata, tomate, laranja, mamão, cebola, cenoura, couve-flor, brócolis e morango, que tiveram retração média de 25% a 30%. Esses movimentos indicam um melhor ritmo da economia, com inflação em queda, o que ajuda a reverter a recessão no Estado.

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