• Outubro de 2017
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Varejo: perspectiva nova no horizonte

Após meses de profunda retração de consumo, o mercado sinaliza uma perspectiva diferente do cenário anterior. "No mínimo, o sentimento é que paramos de piorar. Nada que possa ser ainda entendido como recuperação de investimentos e aumento de emprego, mas, ao menos, as empresas ligadas ao consumo e varejo voltam a olhar para frente com um horizonte de perspectivas diferente do que vinha ocorrendo", diz Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral do Grupo GS&MD. Os elementos que marcam essa perspectiva de que "existe túnel" envolvem, como fato mais marcante, o terceiro mês consecutivo de recuperação da confiança do consumidor.

'Razoavelmente saudável'

Além disso, o nível de inadimplência das pessoas físicas está "razoavelmente equilibrado", muito próximo de 2014, quando começou o período recessivo. "Esses indicadores resultam da combinação de consumidores mais maduros e cautelosos e os bancos e financeiras que 'travaram' a concessão de crédito com preocupações sobre o comportamento futuro", diz o consultor Marcos Gouvêa de Souza. Uma retomada de consumo encontrará o mercado razoavelmente saudável sem excessivo endividamento e com capacidade de assumir novos financiamentos.

Brasil real

Assim que retornarem do "recesso branco" de duas semanas, os congressistas terão de encarar uma pauta pesada no início do segundo semestre, a começar pela proposta do Orçamento Geral da União, que será enviado ao Congresso até 31 de agosto. É nessa data que o País ficará sabendo se o governo interino vai propor o aumento de tributos para conseguir manter em R$ 139 bilhões a meta para o rombo primário das contas da União (resultado que exclui a gigantesca conta de juros da dívida pública), fixada para 2017 pela equipe do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Inovação que interessa

As futuras inovações do setor de tecnologia da informação e o Marco Civil da internet serão debatidos hoje, em São Paulo, por Odair Aguiar, fundador da Doxa Advisers e conselheiro da Ourag-BR, entidade do Grupo de Usuários de Aplicativos Oracle Brasil; Coroliano Almeida, diretor adjunto da Fiesp; e com Beia Carvalho, da empresa Five Years From Now, hoje, em São Paulo. Os especialistas vão explicar como essas inovações afetarão as empresas nos próximos anos. Até o final de 2016, o mercado brasileiro de TI espera crescer 3%, visto que a média global é 2,4%.

Vender em Omã

Empresários brasileiros têm a oportunidade de conhecer mais de perto como funciona a cultura de negócios entre o Brasil e sete países do Oriente Médio: Irã, Armênia, Egito, Líbano, Iraque e Argélia e Omã. O último, Omã, será tema de palestras neste dia 26, em São Paulo, promovidas pelo Sebrae-SP em parceria com a consultoria de negócios internacionais Mercator Business Intelligentisa. Franquias de alimentação, vestuário e calçados, cosméticos, agribusiness, setor automotivo, TI, indústria farmacêutica, setor de plásticos, entre outros, estão entre as oportunidades.