• Novembro de 2017
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Casa Cláudia vira e-commerce

A Casa Claudia, revista de decoração da Abril, vai virar uma plataforma de e-commerce, com tecnologia fornecida pela Cnova, companhia de e-commerce dona de sites como Extra.com.br, Pontofrio.com e CasasBahia.com.br.

Esta é a primeira parceria desenvolvida pela Cnova envolvendo o mercado editorial.
A empresa será responsável pela tecnologia do site e por toda a logística da operação, cuidando também da alimentação do catálogo de produtos, de acordo com a equipe editorial da revista.

“Acreditamos que a parceria com o Grupo Abril é um exemplo disso, já que é a primeira vez que um produto como este é ofertado no mercado brasileiro”, diz Paulo Madureira, diretor de Soluções e Serviços da Cnova.

Assim como outros grupos de comunicação, a Abril vem se esforçando para adotar um modelo de negócios com maior ênfase no digital.

Os anúncios de movimentações nesse sentido tem se empilhado nos últimos tempos.

Em abril foi lançada a GoBox, uma plataforma de clube de assinaturas de produtos, que surge com investimento de R$ 20 milhões. A expectativa é que a nova unidade de negócios alcance cerca de 200 mil assinaturas e fature R$ 250 milhões em três anos.

Uma semana depois, foi divulgado um contrato com a Tivit para implementar uma série de tecnologias da SAP.

O projeto inclui o sistema de gestão da companhia, na sua vertical de indústria da área de mídia e entretenimento, além da plataforma de e-commerce Hybris e do software de gestão de relacionamento com clientes SAP CRM.

O projeto abrange as quase 30 publicações da editora, com suporte aos mais de 4,5 milhões de assinantes e visão geral do cadastro de mais de 12 milhões de clientes.

O Grupo Abril, que compreende as operações da Abril Mídia, de distribuição e de gráfica, teve uma receita de R$ 2,8 bilhões em 2014, uma alta de 4,5% frente aos resultados do ano anterior.

A empresa está em reformulação. Um dos momentos mais chamativos nesse sentido foi a decisão, no final do ano passado, de parar de publicar a revista Playboy, um dos seus títulos mais tradicionais.

Alguns meses antes, a empresa anunciou o repasse de sete títulos à Editora Caras (por valor não revelado) e um corte de 120 empregos, ou 2% de seu quadro de cerca de 6 mil funcionários.

Fonte: Baguete

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