• Novembro de 2017
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Vendas do comércio crescem no DF, mas serviços continuam no vermelho

O comércio do Distrito Federal registrou no mês de maio deste ano o primeiro crescimento nas vendas de 2016, com um acréscimo de 0,66% quando comparado com abril. Já o setor de serviços apresentou queda em praticamente todos os segmentos e teve uma baixa nas vendas de 7,05%. Juntando os dois segmentos, a redução nas vendas nos setores de comércio e serviços foi de 1,72%.

É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio com o apoio do Sebrae. Entre os 26 segmentos pesquisados, 16 tiveram variação negativa.

O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, explica que o comércio vem se recuperando a cada mês que passa. “A reação nas vendas sinaliza uma adaptação por parte dos empreendedores à estrutura de custos com melhor alinhamento de ofertas para o novo padrão de consumo da população, ainda ditado pela crise econômica. Também podemos creditar o leve aumento ao Dia das Mães, a segunda melhor data para os comerciantes”, explica Adelmir.

Porém, é importante ressaltar que esse índice positivo nas vendas no comércio não indica uma recuperação, mas uma redução nos prejuízos acumulados desde o ano passado."
Adelmir Santana, presidente da Fecomércio
Entre o segmentos do comércio que registraram alta em maio estão: Farmácia (21,21%); Artigos de Armarinho, Suvenires e Bijuterias (13,99%); Ferragens e Ferramentas (13,99%); Calçados (12,59%); Vestuário e acessórios (11,26%); Cama Mesa e Banho (6,67%); Suprimento de Informática (5,25%); Minimercados, Mercados e Armazéns (2,52%); Ótica (0,58%).

Os que apresentaram queda nas vendas foram: Móveis (-19,19%); Papelaria e Livraria (-17,96%); Auto Peças e Acessórios (-10,07%); Cosmético e Perfumaria (-9,39%); Comércio Varejista de Bebias (-7,99%); Joalheria (-7,81%); Material de Construção (-5,84%); Padaria e Confeitaria (-2,58%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito continua sendo o mais utilizado nas compras pelos brasilienses. No comércio, a modalidade respondeu por 45,58% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 39,65% das compras.

Foram consultadas 900 empresas, sendo pesquisados 17 segmentos do comércio varejista e nove de serviços. (Com informações da Fecomércio)

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