• Maio de 2018
Home / Notícias

Notícias

Empresas devem levar big data a sério se querem aumentar lucros, afirma executivo da Oracle

A Capgemini e Informática divulgaram neste mês um estudo apontando que apenas 27% das empresas conseguem lucrar com o big data. Na visão de Fernando Lemos, vice-presidente de Tecnologia da Oracle América Latina, a razão para a falta de lucratividade é a forma como a tecnologia é utilizada pelas empresas. “O big data deve ser levado a sério”, afirma.

Segundo ele, há duas formas do big data aumentar o lucro das empresas: diminuindo o custo de produção ou aumentando a eficiência do atendimento. Mas para isso, é preciso que elas consigam entender a relevância dos dados, quais as fontes e como utiliza-los.

Servidores de big data permitem vazamento de informação

Para Lemos, não é necessário que um cientista de dados lidere o uso do big data. “Na solução da Oracle, por exemplo, um diretor de vendas pode perguntar para a plataforma porque suas vendas caíram”, diz. A própria plataforma vai apresentar estatísticas de vendas, mostrando para ele onde as vendas caíram e quais são os produtos que menos venderam.

“O executivo pode descobrir que um produto com bons índices de venda caiu brutalmente. A plataforma, então, mostra que o motivo da queda é um problema de qualidade e o diretor pode recorrer ao fornecedor para trocar o lote ou parar de vende-lo, para não afetar a imagem da empresa”, explica. Isso é possível porque a ferramenta busca dados do CRM, do ERP e outros sistemas da empresa, além das redes sociais e do e-commerce dela, caso tenha.

De acordo com ele, esse processo é chamado gestão da marca e o mais comum na Oracle. “Muitas empresas não monitoram seus perfis em redes sociais e sites como o Reclame Aqui. Se controlar esses dois pontos, a imagem da marca consegue mudar rapidamente, porque se alguém falar mal da empresa, pode-se tomar uma ação rapidamente para minimizar os efeitos”, afirma. “Em contrapartida, se uma pessoa falar bem, é possível amplificar essa comunicação.”

Como exemplo, ele usa uma varejista brasileira de roupa que realizou uma campanha de marketing no Dia dos Namorados colocando uma camiseta estampada com uma menina em uma forca na vitrine. Segundo ele, os consumidores apontaram, nas redes sociais, machismo na campanha. “O problema é que a empresa não dava atenção as redes sociais e não tomou ação a tempo”, diz. Segundo ele, com o monitoramento do e-commerce e das redes sociais, é possível evitar problemas de negócio como esses.

Fonte: IP News

Posts Recentes