• Setembro de 2018
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Por causa da demanda, indústrias de alimentos juninos contratam mais

Com o espírito das festas caipiras de junho chegando, o ramo de alimentos do noroeste paulista, tanto na indústria quanto na linha artesanal, até contratou mais gente para dar conta da demanda dessa época. É a temporada de doce de leite, de abóbora , amendoim está aberta.

A combinação caipira não agrada só quem consome, mas principalmente quem produz e vende as delícias. Em uma fábrica de doces caseiros no distrito de Engenheiro Schimdt, em São José do Rio Preto (SP), a produção aumentou 30%. “É tudo uma questão cultural e chega junho a pessoa acha que pode extrapolar e as pessoas buscam mais doces caseiros e juninos”, afirma a empresária Márcia Pontes Gestal.

A indústria de alimentos já se prepara para dar conta de tantos pedidos. Em Neves Paulista (SP), uma fábrica produz mais de 300 itens, mas quatro deles ganham atenção especial nessa época: milho de pipoca, canela, canjica e achocolatado. Ao todo, 20 pessoas foram contratadas e é porque até o fim das festas juninas, 700 toneladas desses produtos devem sair da fábrica. “Com o frio o consumidor adquire mais este tipo de produto”, diz o empresário Ademar Rocha.

Em outra fábrica os pedidos vão para Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais e outras cidades do interior de São Paulo. O turno de trabalho teve que ser aumentado em quatro horas para conseguir cumprir os pedidos. “Em abril já intensificamos a produção para conseguir atender a demanda”, diz o gerente da fábrica Reginaldo José Batista.

Segundo a Associação Brasileira de Supermercados o aumento na procura previsto para este ano vai variar de 10 a 15% em relação ao mesmo período do ano passado. A indústria promete que não vai ser difícil encontrar essas delicias nas prateleiras dos supermercados e feiras.

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