• Novembro de 2017
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Indústria vê fundo do poço e possibilidades de retomada

A produção industrial catarinense cresceu 3,8% em março frente ao mês imediatamente anterior, fevereiro, segundo levantamento do IBGE. Mas na comparação com o mesmo mês do ano passado, houve queda de 8,4%, o que reflete a baixa demanda nacional em função da recessão. A indústria brasileira teve crescimento de 1,4% em março frente a fevereiro e caiu 11,4% na comparação com o mesmo mês de 2015. No primeiro trimestre deste ano, apenas dois setores catarinenses tiveram crescimento frente aos mesmos meses do ano passado, o de alimentos, que avançou 1,9%, e o de confecções e acessórios, que cresceu 2,5%, apurou o IBGE.

Ainda no primeiro trimestre na comparação com os mesmos meses do ano passado, as maiores quedas em Santa Catarina ocorreram nos setores de metalurgia, -20,9%; produtos de metal, -30,6%; máquinas e equipamentos, -14,8%; máquinas e material elétrico, -12,2%; borracha e plástico, -12,6%; produtos têxteis, -9,9%; e veículos automotores e reboques, - 14,2%. Considerando os útimos 12 meses frente ao mesmo período do ano anterior, a produção do Estado recuou 8,5%.

Ao falar para empresários da região de Chapecó segunda à noite, o presidente da Federação das Indústrias de SC (Fiesc), Glauco José Côrte, disse que o cenário ainda é de dramática queda na demanda no país. Por isso as empresas devem olhar para dentro, buscar redução de custos, aumento da produtividade, qualicação de trabalhadores, inovação de produtos e processos e buscar novos mercados. Aos responsáveis pela polígica econômica, Côrte alertou que está na hora de colocar a indústria no centro das estratégias de desenvolvimento a exemplo do que fizeram os EUA, que hoje registram uma reindustrialização e retomada da economia.

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