• Setembro de 2018
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Receita líquida da Via Varejo totaliza R$ 4,7 bi no 1º trimestre de 2016

A receita líquida da Via Varejo totalizou, no primeiro trimestre de 2016, R$ 4,7 bilhões, com redução de 11,8% no conceito ‘mesmas lojas’. Nas vendas totais, a regressão foi de 12,7%. Durante o trimestre, as vendas de janeiro apresentaram maior regressão dado a forte base de comparação de janeiro de 2014, enquanto fevereiro e março tiveram performances acima da média do trimestre. Além disso, a Via Varejo seguiu com o fechamento de lojas de baixo desempenho. A categoria de telefonia e as vendas de serviços foram os destaques no período, com forte crescimento em relação ao 1T15.

No 1T16, o EBITDA Ajustado foi de R$ 152 milhões. A Margem EBITDA Ajustada atingiu 3,2% no trimestre. A Margem EBITDA Ajustada das lojas físicas foi de 4,0%.

As iniciativas de redução de despesas feitas em 2015 e no 1T16 compensaram o aumento de competitividade do período e mitigaram parte do aumento de impostos. A Companhia continua com muito empenho e rigor na implementação de iniciativas que visam ajustar a estrutura de custos. O fim da desoneração da folha de pagamento impactou em aproximadamente 0,5 p.p. o EBITDA da Companhia.

Devido à sólida posição de caixa líquido, a Companhia pode intensificar a estratégia de gerenciamento da carteira de recebíveis de cartão de crédito, e com isso apresentou Resultado Financeiro Líquido de 0,8% da Receita Líquida, com redução de 0,8 p.p. (-58,0%). No período, o CDI aumentou 15,7%.

No 1T16, a Companhia apresentou resultado de R $3 milhões, consequência da piora nas linhas de Outras Despesas Operacionais, relacionadas principalmente a despesas com reestruturação, Equivalência Patrimonial, e menor diluição de despesas fixas devido ao menor volume de vendas.

Em 2015, o Lucro Líquido Ajustado foi de R$ 29 milhões, com margem de 0,6% das vendas líquidas. O Lucro Líquido Ajustado das lojas físicase foi de R$ 65 milhões, com margem de 1,4% das vendas líquidas.

O volume de aplicações financeiras caiu em relação ao 1T15 devido à estratégia de redução de desconto de recebíveis. A Dívida Líquida, incluindo a operação de carnês (CDCI), totalizou R$ 2,0 bilhões. Quando somada a carteira de recebíveis de cartão de crédito não descontada, o Caixa Líquido seria de R$ 3,0 bilhões, 19% maior que 1T15 na mesma base de comparação.

A inadimplência permaneceu no mesmo nível observado no 4T15, e continuamos com desenvolvimento de sistemas e melhorias de processos para controle de risco.

Fonte: Agência IN

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