• Novembro de 2017
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Crise diminui expectativa de vendas para o Dia das Mães em Campinas

Considerada a segunda data mais importante para os comerciantes, o Dia das Mães deve ser de poucas vendas este ano, de acordo com as expectativas do comércio de Campinas (SP). Segundo a Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic), o faturamento das lojas deve ser 1,37% maior que no ano passado.

O motivo para o baixo crescimento é a crise econômica no pais que tem feito as famílias controlarem seus gastos."Eu estou me controlando mais, fazendo mais pesquisa porque os preços estão mais caros", afirma a aposentada Angela Ferracini Arcângelo.

Os vendedores tem sentido isso e estão se adaptando a situação. "Está difícil, tem que insistir bastante, a gente está forçando bem na venda", diz a vendedora Marina Fernanda Meranti.

Faturamento das lojas

A Associação Comercial e Industrial de Campinas (Acic) acredita que em relação ao ano passado, na Região Metropolitana de Campinas, não vai haver crescimento das vendas no Dia das Mães. O faturamento total das lojas deve ser de R$ 667 milhões, isso representa um aumento de 1,37% em relação a 2015.

Ainda de acordo com a Acic, apesar da inflação o preço médio dos presentes escolhidos é de R$ 232, o mesmo valor do ano passado. Esses dados geram reflexos nas contratações temporárias, neste ano 5.970 pessoas conseguiram vagas, um aumento de 1,27% em relação a 2015.

Natal em Maio

Para Acic, o Dia das Mães é a segunda melhor data para o varejo perdendo somente para o Natal. Em Campinas, a expectativa é que o movimento seja de R$ 446 milhões, a cifra representa 30% do que o varejo movimenta, em média, em um mês.

Contratações

Quem foi contratado como temporário faz de tudo para manter o emprego após esse período. "Eu estava com medo que não desse certo, mas graças a Deus, a minha experiência e a equipe eu to agarrando de mãos mesmo e eu acredito que vai dar certo", diz a vendedora Taís Cristina de Oliveira.

O coordenador de vendas, Sérgio Alquimin, afirmou que nos últimos anos chegou a contratar 30 vendedores temporários para essa época, mas nesse ano foram só cinco.

"Infelizmente as vendas estão menores e a gente se prepara e contrata um pouco menos que no ano passado. Se o comerciante não for otimista acabou o mundo, a gente precisa ser otimista e estamos",diz.

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