• Outubro de 2017
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Jovens movimentam até R$ 10 mi com inovação no comércio eletrônico de moda

Alguns setores do varejo parecem ser fechados demais para novos talentos, como o temido mundo da moda. Para quem vê de fora, a impressão é de que, ou você tem uma agenda de contatos invejável para se estabelecer, ou você desiste e opta por outro segmento. No entanto, alguns jovens mais persistentes vêm encontrando na internet uma maneira de perseguir o sonho de ter a própria empresa e ainda criar modelos de negócios inovadores em um mercado que movimenta cerca de R$ 136 bilhões ao ano, segundo dados do Ibope.

Formadas em administração de empresas, Mariana Penazzo, de 27 anos, e Barbara Almeida, de 28 anos, trabalharam por anos no setor financeiro, mas não estavam satisfeitas. As duas amigas, então, começaram a se reunir para pensar em como conseguiriam abrir uma empresa juntas, mas com uma única condição: que envolvesse internet. “Não existia a possibilidade de não envolver, até para escalar o negócio. Hoje em dia, qualquer coisa exige ter um site. Para você atingir o maior número de pessoas possível é só na internet”, conta Mariana ao iG. Assim, a surgiu a ideia de criarem a Dress & Go, site de aluguel de peças de roupas e acessórios femininos.

O site foi lançado em fevereiro de 2013. As sócias investiram R$ 300 mil e captaram mais R$ 1 milhão de um fundo de investimento para o portal. Hoje, com um time de 20 pessoas e peças de grandes marcas como Missoni, Andre Lima e Reinaldo Lourenço, elas já esperam movimentar R$ 10 milhões em 2015.

Com peças de luxo seminovas, ex-vendedora da Daslu movimenta R$ 1 milhão

O início, porém, não foi fácil. “Essa parte burocrática de abrir empresa demanda bastante energia e dedicação, mas o que toma mais tempo é a parte de estruturar o modelo de negócio e fazer análises de mercado”, fala Bárbara. Entre ter a ideia e o primeiro dia de funcionamento da Dress & Go, foram nove meses. Nesse meio tempo, as sócias abriram um showroom no Itaim Bibi, bairro da capital paulista, no qual as clientes podem também alugar as peças.

Fonte: IG Economia