• Novembro de 2018
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Por conta da crise, Subway diminui ritmo de expansão no país

São Paulo - Por conta das dificuldades na economia, o Subway reduziu seu ritmo de crescimento no Brasil.

Em 2014, a rede de fast food abriu 400 lojas por aqui. No ano passado, as novas unidades caíram para 300 – número que deve ser mantido em 2016.

"A crise atual prejudicou nossa expansão", disse Leandro Florio, Gerente nacional de marketing da empresa, em entrevista a EXAME.com.

Mas, apesar da desaceleração, dos 111 países em que o Subway está presente, o Brasil foi o que mais inaugurou restaurantes no ano passado.

Florio não abre números absolutos, mas garante que as vendas locais da rede cresceram 20% em 2015.

Ao todo, a cadeia de fast food tem 2040 lojas no país, operadas por meio de franquias.

A estrutura própria por aqui é enxuta: são cerca de 60 funcionários (50 em um escritório de Curitiba e 10 em São Paulo). Ela é voltada principalmente para marketing, cadeia de suprimentos e fiscalização das lojas.

A expansão é feita com a ajuda dos 13 agentes de desenvolvimento. São funcionários terceirizados que atuam como gerentes regionais e recebem do Subway uma porcentagem das vendas das lojas que ajudam a abrir.

Para ser um franqueado, é preciso fazer um investimento inicial de 300.000 a 500.000 reais (sem contar o valor pago pelo ponto comercial).

As taxas de royalties da marca e de publicidade pagas à rede são de 8% e 4,5% da receita líquida da loja, respectivamente.

O prazo de retorno varia entre 24 e 36 meses e o faturamento médio mensal de cada unidade vai de 80.000 a 240.000 reais, segundo a companhia.

O Brasil é hoje o 4º país com maior presença do Subway em número de lojas, atrás apenas dos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra.

Fonte: Exame

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