• Novembro de 2017
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Rede de Drogarias Rede Bem chega à capital paulista

São Paulo, agosto de 2014 - A Rede Bem Drogarias acaba de anunciar a abertura da primeira franquia na capital paulista no bairro do Ipiranga. A marca iniciou o processo de expansão no início do ano e de lá para cá já conseguiram resultados expressivos em um mercado consolidado pelas grandes marcas. Com boa parte das unidades concentrada no interior de São Paulo, a rede já possui 17 franquias e pretende fechar o ano com 50 e um faturamento de R$ 7,5 milhões. Em longo prazo os executivos são ousados e querem atingir a meta de 300 até 2016.

Para alcançar esses números, a rede pode contar com o apoio da franqueada que estará no comando da unidade no Ipiranga, pois, Juliana Rampani já planeja ter cinco unidades nos próximos quatros anos. Formada em farmácia sempre idealizou ser uma empreendedora na área de saúde, contudo, considerava realizar em um futuro mais distante. “Estou realizada por ter tido essa oportunidade. Agora estou ansiosa para abrir as portas e começar a trabalhar no meu próprio negócio. Estou na área de saúde desde os 17 anos, hoje tenho 31 e estou entusiasmada para essa nova fase”, comemora.

O contato surgiu por meio de um e-mail que a sogra de Juliana recebeu com a apresentação da Rede Bem. “Ela estava pesquisando sobre algumas redes quando teve acesso a proposta da drogaria e pensou em mim de imediato. Avaliei, conversei com os executivos da marca e resolvi investir, pois, percebi diversos diferenciais e estratégias que garantem um excelente posicionamento da rede no mercado”, conta. “Além disso, não é um investimento de risco, pois, em situações de crise cortam-se diversos gastos do orçamento familiar. Entretanto, medicamentos e produtos de higiene pessoal são mantidos”, assegura.

Para ela, o plano de marketing e a assistência farmacêutica foram os fatores mais atraentes. No entanto, também reforça o apoio, treinamento e atendimento como essenciais para o sucesso do negócio. Todavia, chegar a esse conceito exigiu muitas pesquisas de mercado. O diretor superintendente da Rede Bem, César Vieira diz que visitaram farmácias em diversas cidades, conversaram com o público para identificar o que se esperavam desse serviço e, a partir dessas informações, conseguiram estruturar um modelo diferenciado – humanizando o atendimento e potencializando o relacionamento com os clientes.

“Quando as pessoas precisam ir á uma farmácia para comprar um medicamento, entendemos que não estão passando por um momento confortável, pois, por menor que seja o problema é algo que está incomodando como uma dor de cabeça, por exemplo. Por isso, formatamos a Rede Bem para oferecer excelência no atendimento”, conclui.

Fonte: Divulgação

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