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Sexta-feira, 10 de Dezembro de 2010
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Confiança do consumidor bate novo recorde em novembro, mostra ACSP
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O Índice Nacional de Confiança medido pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em parceria com o IPSOS, atingiu 159 pontos em novembro, contra 152 em outubro deste ano e contra os 138 pontos de novembro do ano passado.
As expansões no mês e no ano mostram que as projeções mais otimistas para as vendas de final de ano estão se confirmando, avaliou o presidente da associação, Alencar Burti.
A classe C lidera o otimismo, com 164 pontos em novembro contra 161 pontos em outubro, vindo a seguir a classe A/B, que pulou de 140 pontos em outubro para 152 em novembro, provavelmente por ser a classe que mais ganha com o 13º salário. E a seguir aparece a classe D/E, que subiu de 139 em outubro, para 144 em novembro.
Os que se sentem mais confiantes no emprego subiram de 42% em outubro, para 46% em novembro. Já entre os que se sentem menos confiantes, o percentual de respostas caiu de 20% em outubro, para 15% em novembro. A média de pessoas conhecidas que perderam emprego bateu novo recorde de baixa, com 3,0 em novembro, contra 3,1 em outubro e 3,5 em setembro - em novembro de 2009 era de 3,9.
Os eletrodomésticos estão cotados como os produtos mais cobiçados. Entre os entrevistados que se sentem mais à vontade para a compra de eletrodomésticos, subiram de 47% em outubro para 51% em novembro. Os menos favoráveis caíram de 24% em outubro, para 20% em novembro.
Os mais otimistas estão nas regiões Norte e Centro-Oeste, com 189 pontos em novembro (182 pontos em outubro). O Sudeste ficou em segundo lugar, com 168, ante 161 pontos em outubro. O Sul se recuperou de 155 pontos em outubro, para 173 em novembro. O Nordeste continua a região menos otimista, com ligeira queda de dois pontos, saindo de 130 em outubro, para 128 em novembro.
Em relação à confiança do consumidor no futuro da economia da sua região; os que acham que ela vai ficar mais forte, ficou praticamente estável com 43% em novembro, contra 45% em outubro. Os que acham que ela vai ficar mais fraca, permanecem em 6% nos dois períodos (9% em setembro).
Esse placar continua muito favorável, inclusive, na condição financeira pessoal dos entrevistados, em relação aos próximos seis meses: permanece em 59% em novembro.
Mas os consumidores que acham que vão piorar nos próximos seis meses permaneceram praticamente estáveis com 4% em novembro, contra 5% em outubro.
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Fonte: Valor Online
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Tags: Confiança, Otimismo, Consumo
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