• Novembro de 2017
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Market place: espaço infinito de comercialização

Há quase três anos, o Grupo Walmart abriu um escritório de comércio eletrônico em São Paulo para atender aos pedidos do Brasil e América Latina. Hoje, com mais de 1.500 funcionários dedicados a essa área, a marca enxerga grande potencial de crescimento no e-commerce brasileiro e tem a expectativa de cair nas graças dos consumidores ofertando experiência de compra, inclusive com a estratégia de market place.

Segundo Luiz Pimentel, diretor de Desenvolvimento de Negócios do Walmart.com, a ideia do Grupo é oferecer tudo em um só ponto com variedade de produtos e serviços, estimulando os empreendedores online do Brasil a se juntarem à marca. " Hoje, temos 400 lojas ligadas ao Walmart.com e deveremos chegar a mais de 1.000 até o final do ano. O potencial de comércio eletrônico no Brasil é infinito e nosso objetivo é crescer acima da média” acrescenta.

Para o diretor, o market place é uma área que apresenta uma grande curva de crescimento, pois é um espaço infinito para comercialização de produtos e serviços como aluguel de filmes e games; instalação de produtos como TV e aparelhos de ar condicionado; assinatura de revistas; viagens; e até mesmo serviço de descarte ecológico. "O market place entrega conveniência para o consumidor encontrar tudo num só ponto. É um atrativo muito relevante para os brasileiros que já gostam muito dos centros de compras físicos", completa.

Em termos de tecnologia, Pimentel aponta que é necessário contar com sistemas próprios para o comércio eletrônico que se integrem às plataformas dos shoppings virtuais. "Neste caso, o market place oferece APIs (ou aplicativos especialmente desenvolvidos) para conectar as lojas. No Walmart.com, temos nossa API que foi desenvolvida internamente", conta.

Um outro ponto importante destacado pelo diretor é a qualidade das imagens e descrição dos produtos comercializados no market place. A ideia é chamar a atenção dos consumidores para uma conversão em vendas. "Os desafios são muito grandes dada a necessidade de escala que o market place apresenta. Um varejista virtual tem que desenhar seu plano já imaginando que no futuro terá milhares de lojas ligadas ao seu site e milhões de produtos expostos para comercialização. Além disso, precisa ter um processo de filtro muito bom, para avaliar que lojas terão compromisso com o consumidor que reforce sua imagem de marca", completa Pimentel.

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