• Novembro de 2017
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Vendas na indústria caem 1% no 1º semestre

No primeiro semestre do ano, a indústria brasileira faturou menos, o número de horas trabalhadas caiu, mas os salários aumentaram. É o que mostram os indicadores industriais divulgados nesta terça-feira, 05, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De janeiro a junho contra o mesmo período do ano passado, as vendas reais do setor, indicadas pelo faturamento, caíram 1,0%. As horas trabalhadas no setor também caíram: 2,2%. O emprego, no semestre, apresentou ligeira variação positiva (0,9%). Apesar do mau resultado nas vendas e da diminuição de horas de trabalho, a massa salarial real cresceu 3,8% e o rendimento médio real subiu 2,9%.

Em junho, o cenário foi mesmo e quase todos os indicadores apresentaram resultados negativos na comparação com maio. O nível de utilização da capacidade instalada da indústria de transformação, na série dessazonalizada, recuou em junho para 80,1%. Em maio, a utilização estava em 80,6% e, em junho do ano passado, em 82,5%.

Foram apuradas também quedas nas vendas reais do setor, medidas pelo faturamento, nas horas trabalhadas e no emprego. A CNI indicou a queda de 5,7% no faturamento em junho ante maio e queda de 7,1% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O resultado de junho configura a quarta queda consecutiva da atividade industrial, destacou a CNI em nota.

Já as horas trabalhadas caíram 3,0% ante maio e 5,2% contra junho de 2013 e o emprego, baixou 0,5% ante maio e 0,1% na comparação com junho. A baixa atividade, na avaliação da CNI, já afeta o mercado de trabalho, que teve o quadro agravado pelas interrupções de jornada e quedas nas vendas por conta da Copa do Mundo, destaca a entidade.

A massa salarial real caiu 0,8% em junho ante maio, mas avançou 0,2% na comparação com junho. O rendimento médio real apresentou ligeira elevação tanto na comparação com maio (0,1%), como na comparação com junho de 2013.

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