• Outubro de 2017
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Lista de sites de e-commerce não confiáveis quase dobra em menos de dois anos

O número de sites não confiáveis do e-commerce está cada vez maior. Em menos de dois anos a lista quase dobrou, contando atualmente com 472 endereços, diferente dos 275 que listamos em 2013.

A lista do Procon-SP, que você pode conferir aqui, é uma ferramente importante. Uma rápida consulta pode evitar perda de tempo, de dinheiro e um único ganho: dor de cabeça. As lojas não vendem o produto, não tem localização correta e não entregam.

Desde 2011, a entidade vem alimentando a lista, motivada pelo "boom" do comércio pela internet. Mais de 20 mil queixas haviam sido registradas, superando em muito os 12.793 do ano anterior. Inicialmente eram apenas 44 lojas, ou seja, em 4 anos, o número aumentou em mais de 10 vezes. "O grande problema é que a maioria dessas lojas dá os maiores descontos no pagamento por depósito ou no boleto. E dessa forma é impossível reaver o dinheiro, caso a entrega não ocorra", disse a assessora técnica do Procon Fátima Lemos, ao O Globo.

Um outro problema é na hora de identificar um site que não vai cumprir com a oferta. Muitas vezes empreendedores não tem noção da demanda ou, por falta de estrutura logística, não conseguiram realizar as entregas. Mesmo sendo apenas 1% das lojas virtuais - no Brasil existem entre 40 e 50 mil lojas virtuais ativas, com CNPJ -, ainda assim, nem todas foram criadas para aplicar o golpe.

É sempre importante analisar o que é demonstrado no site: desconfie caso ele não informa e-mail e telefone de contato válidos, um endereço físico, seja do escritório ou de depósito, e, principalmente, o CNPJ.