• Novembro de 2017
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Variação entre qualidade e comércio gera alimentos até 100% mais caros

Uma pesquisa realizada em quatro supermercados, quatro varejões e em uma feira livre de Campinas (SP) mostra que produtos alimentícios chegam a ter variação de até 100% nos preços. O levantamento comparou os valores de batata, alface, cebola, tomate e ovos. A qualidade do produto influencia na diferença no bolso, mas, no geral, os supermercados foram mais atraentes.

"Os mercados compram em grandes quantidades. Ele tende a ter um poder de negociação maior. Consegue negociar mais com o fornecedor", explica o economista Rafael Longo.

O estudo foi feito pela produção da EPTV, afiliada da TV Globo, na região do bairro Taquaral. O quilo da batata que chegava a R$ 3,19 no supermercado, foi encontrado a R$ 6,50 na feira, na opção de qualidade superior.

O tomate também teve uma variação importante, R$ 6,73 no supermercado e R$ 7,97 no varejão. Diferença parecida com o preço do alface, de R$ 2,71 nos grandes estabelecimentos por R$ 4 na feira.

A cebola encontrada por R$ 4,51 no mercado poderia ser comprada por R$ 5,50 na feira. Somente a dúzia de ovos teve preços compatíveis nas feiras livres em relação aos supermercados, custando em média R$ 6.

Diante de tantas diferenças, alguns consumidores optam por pesquisar os preços para gastar menos nas compras. Mas, para o economista, a relação "distância-benefício" também precisa ser observada pelo cliente ao escolher um estabelecimento.

"As vezes não vale a pena ir em outro lugar para economizar 50 centavos por um pé de alface", afirmou o economista.

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