• Novembro de 2017
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Desaquecimento no setor varejista do Amapá é o segundo pior do Brasil

Atualmente, o comércio varejista de Macapá e de todo o estado está sofrendo um desaquecimento em relação a dezembro do ano passado, entretanto, a economia local está seguindo a média nacional que tem redução de 6%, sendo que o estado apresentou a segunda maior queda no ano de 2015, desde o mês de fevereiro que foi um recuo de 6,7% no volume de vendas.

De acordo com a pesquisa mensal de comércio, o estado está tendo uma retração na economia e, por conseguinte, o estado apresenta um número cada vez menor de pessoas empregadas, problema este que afeta o comércio varejista em geral, menos a área que trabalha com atacado, e produz um efeito negativo que atinge diretamente o consumidor.

Os dados que provenientes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), faz a comparação com o mês anterior. Mostrando que o Amapá apresenta o segundo pior resultado do país, perdendo apenas para o estado de Roraima que apresenta o percentual de -8%.

O setor varejista que desde o ano passado teria crescido mais de 8%, agora no mês de fevereiro sofreu um recuo, deixando o Amapá com grande problema para os varejistas, a diminuição de 3,9% em comparação ao mês anterior é motivo de desanimação, como conta Joana costa, lojista no centro comercial de Macapá. “A nossa situação financeira não está nada fácil, porque quando pensamos que teremos uma positividade nas vendas somos surpreendidos por quedas e o centro está parado, parece que ninguém quer comprar mais nada”, desabafa.

O comércio varejista teve elevação em janeiro deste ano de 8,6% no volume de vendas e 9,2% na receita, em relação ao mesmo período do ano anterior. Em comparação com o ano atual houve um crescimento de 1,2% no volume de vendas e 7,9% na receita. “Mesmo o varejo ampliado, que envolve materiais de construção civil, veículos, motocicletas e peças de veículos, vemos que houve um recuo de 1,3% no volume de vendas, indicando que o comércio está sofrendo um desaquecimento, porém, atrelado a isso vemos que ainda acumulou saldo positivo de 4% nas receitas”, diz Joel Lima, Supervisor de disseminação de informações do IBGE.

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