• Setembro de 2017
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Varejo do Rio de Janeiro considera internet vital para negócios

O comércio do estado do Rio de Janeiro caiu na rede. A maioria dos estabelecimentos comerciais fluminenses (54,5%) está conectada à internet. Para os comerciantes do Rio, a rede é uma aliada na realização de negócios. Boa parte desses comerciantes também já compreendeu o poder de divulgação das redes sociais. O Facebook é utilizado por 28% deles para divulgar produtos e serviços.

Esses dados fazem parte da pesquisa de Adesão às Novas Tecnologias, realizada pela Fecomércio RJ/GPP, entre os dias 10 e 13 de novembro de 2014. Quanto ao tempo de adesão à rede, 407 empresários do estado do Rio de Janeiro revelaram que usam a internet há 3,6 anos, em média. Na faixa de 3 a 5 anos de utilização, estão 33,7% dos estabelecimentos. Entre 26,6%, o uso da internet começou entre um e dois anos atrás. E menos de 20% (17,6%) entrou na rede há mesmo de um ano.

Quando perguntados sobre as razões pelas quais utilizam a internet, o principal objetivo foi publicidade e propaganda (74,8%). Em seguida aparece o relacionamento comercial entre as empresas e seus fornecedores, citado por 33,8% daqueles que utilizam a rede. Para 18,9% dos empresários entrevistados, o acesso à internet contribuiu para realização de venda.

A pesquisa mostrou ainda que, para 86,4% dos estabelecimentos fluminenses presentes na Internet, a utilização de um canal de relacionamento é considerado importante ou muito importante para o desenvolvimento do seu negócio. Mas 12,2% indicam ser pouco importante. Para 1,4%, não foi possível avaliar essa importância ou eles consideraram nulo para o progresso do seu estabelecimento estar conectado ao mundo virtual.

Entre os 45,5% dos empresários que não estão na internet, 22,2% não consideram a importância de ter acesso à rede. Ainda no universo dos empresários que estão fora da rede, 15,7% afirmaram não ter conhecimento sobre o assunto, e 14,6% demonstraram não ter interesse em se conectar. Para 12,4%, estar na rede não representa uma boa relação custo/benefício. Porém, 55,6% dos que não estão presentes avaliam a possibilidade utilizar a internet no futuro.