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Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010
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Consumidor da baixa renda é o menos propenso a adquirir produtos de rótulos renomados, revela pesquisa
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Uma pesquisa inédita da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), envolvendo 800 entrevistas pessoais aplicadas em pontos de fluxo da Capital, apontou que 50,2% dos cidadãos não se preocupam em consumir marcas conhecidas.
Dentre as classes sociais, os consumidores A e B são os mais preocupados em consumir marcas conhecidas (40%). A superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, acrescenta que as classes D e E apresentam a percepção inversa, com 21% preocupados em obter produtos de marcas conhecidas. “O consumidor da baixa renda está em busca de ‘custo x benefício’, o que reflete em procurar nas marcas mais baratas o que ele geralmente encontra nas mais caras. Entretanto, vale salientar que esse público apresenta uma fidelidade maior às marcas que consome”, aponta a especialista.
Sandra acrescenta que, dentro da amostragem, 82,8% dos entrevistados concordam que marcas com melhor qualidade são mais caras.
Vendas a crédito continuam em destaque
Segundo dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) a média diária de consultas das vendas a crédito na primeira quinzena de novembro cresceu + 2% sobre igual período em outubro passado e supera pela primeira vez no ano, em + 0,7%, o ritmo do mesmo período em novembro de 2008. As consultas ao SCPC/Cheque (vendas a vista) crescem + 3,2% na quinzena (comparado com igual período no mês anterior) e + 3,5% sobre igual período em 2008 (tabela 1)
Consultas – Considerando o acumulado na primeira quinzena de novembro, em comparação a igual período em 2008, com um dia útil a menos, registra-se queda de – 7,7% do SCPC e -5,2% no SCPC/Cheque. Na comparação com outubro, também com um dia útil a menos, registra-se queda de -6,5% no SCPC e – 5,4% no SCPC/Cheque (Tabela 2)
Inadimplência: Os registros recebidos (carnês que entraram para o cadastro) na primeira quinzena de novembro, caíram 12,6% em comparação igual período em 2008, decorrente do menor números de operações de crédito e maior rigor na concessão de empréstimos. Os registros cancelados (carnês que saíram do cadastro) mostram alta de + 2,3% beneficiados pelas melhores condições para renegociar crédito em atraso. “Além da percepção das marcas, também constatamos nos levantamentos internos na instituição que o volume de crédito no país está retomando. Isso mostra que ciclo de compras e percepção está melhorando gradativamente”, explica Sandra.
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Fonte: Varejista
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Tags: Consumidores, Vendas a crédito, Vendas, Inadimplência
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