• Novembro de 2017
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MS: Indústria fecha 2014 com crescimento de 12% e faturamento de R$ 35 bi

O setor industrial de Mato Grosso do Sul vai terminar 2014 com crescimento nominal do PIB (Produto Interno Bruto) de 12,7% em relação a 2013, saltando de R$ 12,6 bilhões para R$ 14,2 bilhões, segundo levantamento do Radar Industrial da Fiems (Federação da Indústria de MS), divulgado hoje.

Além disso, este ano, o faturamento das indústrias chegou a marca de R$ 35,3 bilhões contra R$ 33,7 bilhões do ano anterior, o que equivale a alta de 4,7%, enquanto as exportações de produtos industrializados fecharam 2014 em US$ 3,62 bilhões contra US$ 3,57 bilhões de 2013, avanço de 1,4%.

Para a Fiems, apesar dos bom desempenho do setor, o ano foi difícil devido ao cenário econômico nacional. “Nós entendemos que caminhamos com números até razoáveis, porém já preocupantes, até porque a indústria nacional não vai bem e, na sequência, o setor no nosso Estado também vai nessa direção", afirma o presidente Sérgio Longen.

Para ele, o desafio para 2015 é manter os investimentos planejados para conseguir manter os investimentos nos municípios, a qualificação profissional para atender as empresas instaladas ou as que pretendem se instalar e atuar por aqui, de forma competitiva.

Entre os estabelecimentos industriais instalados neste ano, houve amento de 1% com relação ao ano passado, saindo de 11.600 em 2013 para 11.720 indústrias em 2014, enquanto o total de trabalhadores fechou em queda de - 1,7%, caindo de 141.149 no ano anterior para 138.700 neste ano. Segundo a Fiems o resultado é influenciado pelas demissões ocorridas na indústria da construção civil, principalmente em Três Lagoas, onde houve a paralisação das obras da fábrica de nitrogenados da Petrobras.

Expectativas - Para 2015, a Fiems projeta crescimento de até 9,1% no PIB (Produto Interno Bruto) Industrial de Mato Grosso do Sul em 2015 na comparação com 2014, saindo de R$ 14,2 bilhões para R$ 15,5 bilhões. No caso do faturamento das indústrias, por exemplo, o montante deve saltar de R$ 35,3 bilhões para R$ 36,9 bilhões (4,5%), enquanto a geração de empregos sairá de 138.700 trabalhadores para 141.500 industriários (2,02%).

Na avaliação de Sérgio Longen, o desafio para 2015 é dar continuidade ao crescimento do PIB Industrial, o que será muito difícil em decorrência da crise. “Se nós mantivermos o dólar entre R$ 2,70 e R$ 2,80 com certeza a inflação será de 10% em 2015, sendo que não tem como fechar o próximo ano muito diferente disso", diz.

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