• Novembro de 2017
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Entrevista improvisada: um dos grandes riscos da seleção

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Uma entrevista improvisada é aquela inventada pelo entrevistador, candidato após candidato. Não há um processo definido, nem uma lista de perguntas qualificadoras, nem objetivos. É apenas uma conversa informal com cada candidato.

Um método objetivo de comparação simplesmente não existe quando você não faz as mesmas perguntas para todos os candidatos. Torna-se difícil perceber as diferenças entre eles, ou se o candidato está à altura dos padrões desejados. Quando as perguntas são inventadas na hora da entrevista, a decisão de contratar baseia-se no que o entrevistador venha a descobrir casualmente. A decisão será tomada com base na sua intuição, do quanto “gostou” do candidato, valendo apenas a sua opinião pessoal. Estes fatores são importantes, mas reunir informações objetivas a partir de perguntas dirigidas, levantar o perfil comportamental do candidato e checar a presença de certas características necessárias à função também é extremamente relevante para que você faça escolhas mais acertadas.

A questão é: o seu “feeling” vai surgir, quer você tenha ou não informações objetivas. Mas as informações essenciais não surgem espontaneamente. Você precisa de um sistema para obter informações objetivas a fim de avaliar o candidato com precisão.

A entrevista deve ter consistência e ser metódica e não aleatória.

Os métodos de seleção devem ser automáticos e precisam ser projetados para filtrar os melhores candidatos. Isto pode parecer uma tarefa árdua, mas é bem mais fácil do que inventar um novo “sistema” a cada entrevista – comprometendo o seu resultado final. Este capítulo também fornecerá várias ferramentas que você precisa para desenvolver um sólido sistema para selecionar vencedores.

Este conteúdo faz parte do Programa de Atração e Retenção de Talentos (PART), da GS&Friedman.

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