| Com a globalização e a produção em massa, o cotidiano passou a correr em uma velocidade avassaladora, retirando do cenário este tempero mágico de dar presentes. Hoje é tão fácil comprar qualquer objeto em questão de segundos, que aquela personalização e humanização do presente praticamente morreram. Aquilo que era um momento especial tornou-se rotineiro e até robótico.
Dessa forma, cada vez mais é possível perceber que as pessoas vislumbram ainda a praticidade e conveniência da internet, deixando de lado o toque personalizado, a atenção com o próximo, a relação mais humana, a interatividade está começando a fazer falta.
Para combater esse défict de interrelações humanizadas, unindo a velocidade de um clique na internet à personalização da escolha de um presente, está o mercado de experiência, que veio com grande impacto para revigorar o prazer de um presente. Ou seja, aquela sensação mais intensa, que envolve o cerne humano, a fim de entrar em sua memória e nunca mais deixá-lo esquecer. A essência dos presentes do passado está voltando, graças a este mercado.
O mercado de experiência tem como conceito propiciar um momento único e marcante para a vida do consumidor, que gerará boas lembranças, sempre relacionando a pessoa a aquele momento. Ou seja, para presentear nesse sentido, basta a boa intenção de presentear a pessoa escolhida com algo diferenciado, e ter aqueles poucos minutos para uma compra online.
De acordo com o guru do marketing Philip Kotler, que relata dentre as ideias do Marketing 3.0, estamos na era da humanização, as pessoas querem mais carinho e atenção. Essa melhora na valorização do ser humano pode ter início ao prestigiar alguém com uma experiência única, algo que lembre o valor da vida e que somos gente, não máquinas.
Procurando relações sobre o até então ato mágico, encontrei algumas frases interessantes sobre a arte de dar presente:
· É uma demonstração de carinho que melhora a relação de presenteador e presenteado (P. Florindo);
· O que importa mesmo é o significado dele para a pessoa que vai recebê-lo (P. Florindo);
· Mais do que dizer o que eu gosto ou deixo de gostar o essencial desse post é entender que acredito que escolher um bom presente seja uma ARTE. Demanda muito mais tempo e paciência do que dinheiro. É raro encontrar uma pessoa que se empenhe na hora de escolher um presente. Eu me esforço, rodo a cidade inteira, busco os interesses do aniversariante, mas não posso dizer que tenho esse dom. Quando gosto e acho que tem a cara da pessoa, compro para dar depois, porém, isso não é bom quando não se pode trocar (Luiza Boudoir).
Agora, se você está preocupado em saber sobre a arte de dar presentes, pode fazer esse teste muito interessante, e conferir se tem ou não este dom. O link para o teste está em http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/testes/viver-bem/voce-sabe-dar-receber-presentes-teste-519907.shtml
Caso você tenha esse magnífico dom, está na hora de utilizá-lo, colocar em prática e passar a idealizar os presentes com aquelas pessoas mais especiais em nossas vidas. Se não tiver, não se preocupe, sempre está em hora de aprender a levar momentos de felicidade para a vida dos nossos entes queridos.
Jorge Nahas é CEO da empresa O Melhor Da Vida, especializada em presentes-experiência. | |