• Novembro de 2017
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Recursos Humanos

O grande desafio de descobrir o perfil ideal

Jorge Fernandes de Matos


Estamos vivendo numa época de grandes pressões. Isso, naturalmente, é bastante positivo quando se trata de buscar mais competitividade, maior volume de produção e, consequentemente, melhores resultados.

As pressões estão presentes em quase todos os ambientes profissionais. O fato de estarmos em plena Era da Informação, cujas decisões e ações acontecem num ritmo cada vez mais vertiginoso, influi para que isso aconteça. Além disso, essa é uma situação sem volta. Ou seja, ao caminhar a passos largos para um meio social e profissional cada vez mais competitivo, o homem é forçado a privilegiar a rapidez de respostas aos estímulos, quaisquer que sejam. Da mesma forma, o mercado de trabalho também vai privilegiar aqueles profissionais que melhor se enquadram nessa realidade.

Perfil Adequado

As pessoas, obviamente, desempenham melhor as atividades que mais têm a ver com seus gostos, personalidade ou modo de ser. Sendo assim, descobrir quais são as reais aptidões do indivíduo torna-se um verdadeiro desafio, sobretudo o preenchimento de funções mais estratégicas ou críticas. Conhecer, então, o perfil ideal para um determinado cargo ou função, e ainda avaliar os perfis das pessoas cogitadas para preencher as vagas, pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso na escolha.

Levando-se em consideração o fato de que o nível de exigências incluirá uma boa dose de pressão, independentemente dos requisitos técnicos necessários, é fundamental que o candidato se identifique com as atividades do cargo. O seu perfil deve-se se enquadrar satisfatoriamente à função.

Na visão da HLCA – Human Learning, o elemento humano adequado é um dos requisitos básicos para que uma operação seja bem-sucedida. Num ambiente de trabalho altamente competitivo e pressionado, torna-se importante o investimento nas pessoas, de modo a aperfeiçoar suas aptidões profissionais. Nesse sentido, é sempre bom repetir o que disse William M. Marston (Emotions of Normal People), em 1928: “Não adianta treinar e desenvolver as pessoas para desempenhar um trabalho ou função contra o seu SELF (eu)”.

Motivação Interna

Antes mesmo de exigir resultados positivos, as organizações brasileiras (a maioria, pelo menos) deveriam aumentar o nível de informações sobre as pessoas em relação às funções cogitadas - que vai além, é claro, do simples conhecimento técnico exigido para exercer certa atividade profissional. Métodos modernos de análise de perfil pessoal em relação ao perfil ideal para uma determinada função tornam-se de fundamental importância nos processos seletivos, tanto em nível interno como em nível externo”.

Dessa maneira, é imprescindível, empreender uma atenção redobrada e constante em termos de envolvimento e motivação das pessoas. Somente assim elas darão o melhor de si mesmas.


Jorge Matos
Diretor da Human Learning Consultores Associados
Tel.: (21) 2242-7997 e Fax (21) 2242-7475
E-mail: hlca@hlca.com.br
Web: www.hlca.com.br

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