• Setembro de 2017
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Indústria de beleza brasileira promete crescimento considerável para 2016

Terceiro no ranking mundial de consumidor de produtos de beleza, atrás apenas dos Estados Unidos e China, o Brasil ainda é líder no consumo de desodorantes, solares e perfumes. No entanto, o país não deve fechar 2014 como esperava. O crescimento do setor promete ser de 11,8%, cerca de 42,6 bilhões de reais, 2,3% a menos do que o ano passado. De acordo com experts, a desaceleração se deve pelo declínio econômico no país.

"A indústria não se incomoda com as flutuações da economia. Cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal são produtos de baixa média, que não afetam os orçamentos dos consumidores", João Carlos Basílio, disse presidente da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), ao WWD. Ele acrescentou que o setor continua a gerar muito emprego, com cerca de 5,6 milhões de trabalhadores, e é "altamente competitivo."

Ainda este ano, o setor deve aumentar em mais de 5% os investimentos, que totaliza em cerca de 15 bilhões de reais. A maior investida será em expansão e atividades de pesquisa de desenvolvimento das marcas. "É essencial investir em posicionamento de marca. O mercado se renova muito rapidamente", explica.

De acordo com o expert, o circuito de beleza vem crescendo de 3 a 4% acima da economia nos últimos anos. Em 2016, a Abihpec prevê que a indústria da beleza será responsável por 2% do Produto Interno Bruto, acima dos 1,8% atuais.